1. Central Station 2. Chrysler Building 3. Muito frio 4. 5. 6. Empire State Building no anoitecer visto do Top of the Rock 7. São Jorge em frente ao predio da ONU 8. Washington Square 9. 10. 11. Brooklin Bridge 12. Eu patinando no Rockefeller Center 13. Radio City Music Hall 14. Times Square 15. Central Park 16. Flatiron Building 17. SoHo 18. All you need is love!
sábado, 27 de março de 2010
Chile 2007 - Muitas imagens, poucas palavras
De todas as cidades latinas que conheço, sem dúvida Santiago é a mais organizada, limpa e desenvolvida. É também uma cidade muito segura, com carabineros (policiais) por toda parte. Os monumentos são conservados e a cidade respira progresso. O clima do país é super agradável, com estações definidas.
Eu e o Luiz costumamos nos perguntar todas as vezes que conhecemos uma cidade nova se moraríamos lá. A resposta dos dois para Santiago foi "Eu moraria aqui fácil!".
sábado, 6 de março de 2010
Meus discos, minhas fitas, meus cds, meu ipod!
Sempre gostei de musica. Ouço música para trabalhar, arrumar a casa, cozinhar, dirigir... Se me perguntarem meu estilo favorito, a resposta curta é "Rock", mas a resposta verdadeira é "depende do humor, do local, da época".
A musica marca as épocas da vida e as gerações. Assim como os cheiros, elas ativam nossa memória e nos levam de volta a outros períodos da nossa vida.
Por isso que eu acho tão importante não ficarmos parados no tempo quando o assunto é musica.
É comum as pessoas gostarem de determinado estilo musical ou determinados intérpretes na juventude e passarem o resto da vida apreciando e ouvindo somente as mesmas coisas, e dizendo que "não se fazem mais musicas como antigamente". Estas pesoas escutam as mesmas musicas que ouviam nos discos de vinil e foram para as fitas que eram ouvidas no carro, e depois para os cds, e por último para o ipod. Não, não tem nada de mais em colocar clássicos no ipod!! O meu está cheio deles!! O que estou tentando defender, é que sim, ainda se fazem musicas boas. E muitas, todos os dias!! Tantas que é até impossível de conhecer uma pequena fração do que há de novo.
Ainda bem que agora as musicas são digitais... Peguei a época dos LPs (estes acima eram os meus favoritos). Como não dava para comprar tudo, a gente emprestava e gravava em fita. Depois vieram os CDs (me lembro até quais foram os primeiros que comprei) que também andaram junto com as fitas por um tempo, até virem os gravadores de CD. Ainda bem que em seguida vieram os mp3 players, porque se não, haja espaço para tanto CD...
Este painel é totalmente personalizado, pois cuidadosamente recortei discos e cds que eu adorava, um walkman bem parecido com o que eu tinha, um ipod igual ao meu, e cds e fitas gravadas ilustrando as centenas deles que eu tinha. Estes discos marcaram minha adolescencia, os cds a juventude, a vida adulta está gravada no ipod.
A propósito, foi a primeira coisa que aprendi a fazer no Photoshop, é claro que com a ajuda do Luiz. Tomara que eu consiga aprender a mexer neste programa!!!
A musica marca as épocas da vida e as gerações. Assim como os cheiros, elas ativam nossa memória e nos levam de volta a outros períodos da nossa vida.
Por isso que eu acho tão importante não ficarmos parados no tempo quando o assunto é musica.
É comum as pessoas gostarem de determinado estilo musical ou determinados intérpretes na juventude e passarem o resto da vida apreciando e ouvindo somente as mesmas coisas, e dizendo que "não se fazem mais musicas como antigamente". Estas pesoas escutam as mesmas musicas que ouviam nos discos de vinil e foram para as fitas que eram ouvidas no carro, e depois para os cds, e por último para o ipod. Não, não tem nada de mais em colocar clássicos no ipod!! O meu está cheio deles!! O que estou tentando defender, é que sim, ainda se fazem musicas boas. E muitas, todos os dias!! Tantas que é até impossível de conhecer uma pequena fração do que há de novo.
Ainda bem que agora as musicas são digitais... Peguei a época dos LPs (estes acima eram os meus favoritos). Como não dava para comprar tudo, a gente emprestava e gravava em fita. Depois vieram os CDs (me lembro até quais foram os primeiros que comprei) que também andaram junto com as fitas por um tempo, até virem os gravadores de CD. Ainda bem que em seguida vieram os mp3 players, porque se não, haja espaço para tanto CD...
Este painel é totalmente personalizado, pois cuidadosamente recortei discos e cds que eu adorava, um walkman bem parecido com o que eu tinha, um ipod igual ao meu, e cds e fitas gravadas ilustrando as centenas deles que eu tinha. Estes discos marcaram minha adolescencia, os cds a juventude, a vida adulta está gravada no ipod.
A propósito, foi a primeira coisa que aprendi a fazer no Photoshop, é claro que com a ajuda do Luiz. Tomara que eu consiga aprender a mexer neste programa!!!
domingo, 31 de janeiro de 2010
Cuba ¿libre?
Acabo de voltar de Cuba, uma viagem fantástica com o meu sempre companheiro de aventuras Luizão e os amigos Cintia e Borão.
Com certeza uma viagem que está entre as minhas "top 10", principalmente pela diversidade de coisas diferentes que fiz, vi e aprendi em tão pouco tempo.
O litoral de Cuba é um dos mais lindos do mundo. Mar azul e morno do Caribe, areia branca que nunca esquenta e não queima nossos pés, temperatura agradável o ano todo, lindíssimos e variados resorts internacionais. Tivemos a oportunidade de conhecer Cayo Largo (uma ilhota no sul de Cuba) e Varadero. A chegada a tais lugares é emocionante, começando pelo vôo interno, operado pela Cubana Aerolíneas. Um aviãozinho de não sei que década do século passado, quente pra caramba, e com mosquitos viajando junto, que sai de um aeroporto que mais parece uma rodoviária de uma cidadezinha no interior do Tocantins (o cartão de embarque é escrito à mão!).
Com certeza uma viagem que está entre as minhas "top 10", principalmente pela diversidade de coisas diferentes que fiz, vi e aprendi em tão pouco tempo.
Começamos a viagem em Havana (adoro metrópoles latinas, e esta é especial...). Ao chegar no aeroporto, já me senti nos anos 50. Além de ser tudo muito velho, havia uma multidão de gente fumando dentro do saguão. Chegamos de noite, e do aeroporto até o hotel não consegui ver quase nada da cidade pois de noite Havana é uma penumbra. O hotel continuava transmitindo a sensação de estarmos nos anos 50, pelos mesmos motivos que citei acima. No dia seguinte caminhamos pela avenida beira-mar, chamada "Malecón" até "Habana vieja", o centro histórico. Pelo caminho, vimos alguns predios lindos e imponentes, e vários outros pobres e aos cacos. Depois de uma longa caminhada, fomos abordados pelo simpático "Ronaldiño", um (putz, como se chama quem conduz uma carroça?) que nos convenceu a contratar seus serviços para conhecer o centro histórico (seu apelido vem da semelhança com o nosso Ronaldinho gaúcho). Ao perguntar ao Ronaldiño sobre a vida em Cuba, a resposta de quem não quer ou não pode falar sobre política veio em forma de uma frase famosa do Comandante Fidel: "¡El mérito es estar vivo!"... Esta frase na minha opinião retrata perfeitamente o conformismo da maioria dos cubanos. Seguimos depois para a parte mais moderna (?!) de Havana, e fomos até a Praça da Revolução, onde há um prédio com o rosto do Che Guevara e outro com o do Camilo Cienfuegos (não lembra o Bin Laden???).
Imperdível em Habana vieja: Caminhar a pé pelas ruas estreitas, e visitar todas as suas praças; visitar a "Camara Oscura" (uma engenhoca inventada por Da Vinci que projeta a imagem da cidade vista de cima numa tela redonda); assistir ao "Canhonaço" na Fortaleza de San Carlos (diariamente, as 21h); conheçer "La Bodeguita del Medio", bar preferido de Hemingway nos anos que viveu em Havana; visitar o Capitólio; andar a pé pelo "Passeo del Prado".
A CUBA DOS TURISTAS
Cayo Largo tem as praias mais lindas que já vi. Alugamos scooters, e praticamente circulamos a ilha. Fizemos top less na praia (em Roma, faça como os Romanos...). Entramos num tanque de tartarugas. Corremos numa estradinha à noite que era iluminada apenas pelo céu...
Em Varadero andamos de caiaque e catamarã. Na falta de "propina" (gorgeta) para dar ao condutor do catamarã, o Luizão cedeu seus óculos escuros, o que deixou o moço muito satisfeito (para ter um desses em Cuba, só mesmo sendo um "regalo"...).
TUDO POR UM CUC
Em Cuba existem duas moedas, o Peso (moeda utilizada para pagar os salários dos trabalhadores) e o CUC (peso convertível - moeda usada para o turismo). Este segundo vale aproximadamente 25 vezes mais que o primeiro, e vale mais que o dólar (o ideal é que os turistas levem euros para Cuba e não dólares, para não perderem muito na conversão). O problema, é que nada se compra com os Pesos, e os cubanos tem de trocar seus pesos por CUCs, ou seja, o Peso não serve para nada.
Mesmo estando de férias em um lugar tão paradisíaco é inevitável pensar, questionar e refletir sobre o que se passa em Cuba. Uma coisa é visível, os cubanos fazem tudo por um CUC. O salário médio de um cubano é o equivalente a 25 CUCs, ou seja, nada. No socialismo, teoricamente, a população recebe tudo gratuitamente do governo e por isso não precisa de um salário que lhe dê poder de compra (mesmo porque, não existem lojas!). Mas este "tudo" ao longo dos anos virou quase "nada". Os hospitais são precários, a comida racionada, a moradia em ruínas, os produtos de higiene pessoal (escova de dentes, papel higiênico, sabonetes, etc) são artigos de luxo uma vez que não são fornecidos pelo governo e não podem ser comercializados! Por conta desta situação, os cubanos (que trabalham com turismo, restaurantes, etc) tentam sempre conseguir alguns CUCs com os turistas. Se não for através das "propinas" (gorgetas), eles pedem, ou até dão pequenos golpes.
No vôo de volta, sentei ao lado de uma jovem que estava usando um colarzinho escrito "Cuba". Puxei conversa com ela pois não queria perder a oportunidade de conversar com uma cubana que talvez pudesse me contar mais sobre a realidade deste povo. Ela estuda e mora na Colômbia, sua mãe é russa e seu pai cubano. Ela estava disposta a conversar comigo, mas ela sussurrava, pois dizia que "não sabia quem estava nas poltronas na nossa volta". Acabamos conversando em inglês, e ela me disse coisas interessantíssimas porém insanas a respeito da vida lá.
Eu poderia ficar horas escrevendo sobre esta viagem inesquecível, mas é melhor parar por aqui, se não ninguém teria paciência de ler. Resumindo, foi um mix de cultura, belezas e diferenças.
sábado, 30 de janeiro de 2010
¡Soy loca por ti, America!
Um dos motivos de escrever neste blog é para poder falar sobre viagens.
Nos últimos anos minhas viagens tem se concentrado nas Américas, principalmente na América Latina.
Adoro a América Latina! O colorido dos artesanatos e das roupas dos andinos, a bagunça e o barulho das capitais, as praças e monumentos imponentes herdados dos espanhóis, a lingua espanhola, a alegria das pessoas e muito mais...
Nesta seção do blog (¡Soy loca por ti, America!) falarei sobre as minhas impressões a respeito das cidades latinas que conheci. As viagens recentes descreverei assim que chegar, das viagens que fiz antes de começar a escrever no blog relatarei minhas lembranças.
Nos últimos anos minhas viagens tem se concentrado nas Américas, principalmente na América Latina.
Adoro a América Latina! O colorido dos artesanatos e das roupas dos andinos, a bagunça e o barulho das capitais, as praças e monumentos imponentes herdados dos espanhóis, a lingua espanhola, a alegria das pessoas e muito mais...
Nesta seção do blog (¡Soy loca por ti, America!) falarei sobre as minhas impressões a respeito das cidades latinas que conheci. As viagens recentes descreverei assim que chegar, das viagens que fiz antes de começar a escrever no blog relatarei minhas lembranças.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
I don´t speak "Brazilian", but I speak Rock n´Roll!
O Show do Ano!!!
Vou narrar em rítmo de jogo de futebol na radio a.m.:
Morumbi lotado de fãs de todas as idades, jovens, tiozões e até crianças com os pais. Milhares de chifrinhos vermelhos que ao apagarem-se os holofotes da platéia piscavam, juntamente com os flashes das máquinas fotográficas. Pontualidade "australiana" para começar o espetáculo. Uma enorme locomotiva no palco para a música de abertura - Rock N Roll Train - a melhor do último álbum. Um simpático Brian Johnson saudando a galera "e aí, São Paulo", "I don´t speak ´Brazilian´, but I speak Rock n´Roll!", e depois se penduarando num sino gigante em Hell´s Bells. Uma multidão cantando e pulando em Back in Black. Uma boneca inflável gigante com seios enormes e tatuados. Strip-tease do animadíssimo Angus Young que levou a galera ao delírio ao motrar sua cueca do AC/DC. Um solo de guitarra seguido de um "obrigado". Highway to Hell no bis levando a multidão à loucura. Tiros de canhão. Fogos de artifício. The End.
Só faltou Jailbreak, Who made who, e It´s a long way to the top... Fica pra próxima, se houver próxima!
Luizão na multidão
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